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quinta, 09 de setembro de 2010
: Poetas
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Beth Guedes
Beth Guedes é natural de Extração/Diamantina-MG. Graduada em Filosofia e também em Letras pela Faculdade de Filosofia e Letras de Diamantina (FAFIDIA). Em 1987 publicou “Viver É Isso e Algo Mais”, coletânea de 27 poemas atualmente esgotada. Beth foi vencedora de vários Concursos de Poesia das Noites Literárias dos FESTIVALES.
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Celi Márcio Santos
Celi Márcio Santos nasceu em Jordânia, antiga Palestina, cidade encravada no Baixo Jequitinhonha. Lá, teve seu primeiro contato com as letras. Os causos e as canções dos artistas do Vale do Jequitinhonha foram parte fundamental do adubo que vem contribuindo para sua formação literária. Seu amor à literatura o levou ao Curso de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, onde se aprofundou nos estilos e autores que se tornaram forte influência para ele. Tem artigos publicados na extinta Revista Sui Generis e trabalhos literários na Revista Literária do Corpo Discente da UFMG.
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Celso Freire
Celso Freire nasceu em Coronel Murta, em 1952. Radicado em São Paulo, em 1974, fez carreira no ensino superior. É professor universitário, na cadeira de Administração, na Universidade IMES e na Fundação Santo André. Administrador, professor, produtor cultural, poeta. A poesia surgiu ocasionalmente, ainda na juventude, e foi tomando espaço em sua vida. Em 1997 publicou, pela Alpharrabio Edições, seu primeiro livro, Fazendo Poeira, que reúne poemas sobre o Vale do Jequitinhonha, o rio e a gente. Em Versos Avessos, com Debora de Simas o tema central é o rio que corre dentro da gente. Ora límpido, ora turvo. Às vezes um fio, as vezes torrente. Perene: sempre.
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Cláudio Bento
Cláudio Bento nasceu em Jequitinhonha. Poeta premiado em diversos concursos literários, em quase todo o país. Primeiro lugar no concurso nacional de poesia na cidade de Coluna / MG. Primeiro lugar no concurso nacional Mercês Moreira de poesia na cidade de Paraopeba. Primeiro lugar no festival nacional de poesia na cidade de Pirapora. Sobre ele escreveu Frei Chico: “Cláudio Bento não nega suas raízes negras, quando fala das danças, do rosário, da lira e do banzo. Seu coração percebe o milagre da vida que nasce do barro e do rio.”
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Gonzaga Medeiros
Gonzaga Medeiros nasceu em Fronteira dos Vales, na divisa do Jequitinhonha com o Mucuri. Desde cedo enveredou-se pelos caminhos da cultura popular, convivendo com o povo nas ruas e palcos dos eventos de cultura por toda Minas Gerais. Criou e cultiva estilo próprio de apresentar festivais de música e outros eventos recheados de poesia, com reconhecido sucesso em Minas e no Brasil. O FESTIVALE – Festival de Cultura Popular do Vale do Jequitinhonha, desde 1980 é palco de memoráveis apresentações suas. Além de apresentador de eventos, Gonzaga Medeiros é advogado, poeta, compositor e declamador popular.
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Lena Guimarães
Lena Guimarães é natural de Salinas e publicou seu último livro em "Pacto Sob Outono", que faz homenagem ao seu conterrâneo, Narciso Durães, em 2006. Ela é autora também de “Pelos Campos de Alvarrã” (1995), “Sempre será uma vez” (1998), e “No Jegui tem Sal” (2001).
“Pacto sob Outono” é o livro de poemas pelo qual a autora fala com a inquietude de mulher norte-mineira sobre o Vale (encantado) do Jequitinhonha. É um retrato do interior de Minas como espaço de vida poética em constante observação. “Eu me percebo ouvindo vozes, sentindo o cheiro do barro se transformando em arte”, escreve o ator e poeta Jackson Antunes, no prefácio da coletânea.
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Luiz Carlos Prates
O poeta Luiz Carlos Prates é natural de Virgem da Lapa. Formado em Engenharia Elétrica pela PUC-MG, especializou-se em ciências e Técnicas Nucleares pela UFMG. Publicou seu primeiro livro de poesias "Intermitência" em 1983 aos 22 anos. Participou do livro "Arreunião" publicado pelo Centro Cultural Vale do Jequitinhonha (CCVJ) do qual era membro e fazia parte do corpo editorial do Jornal Geraes. Seu último trabalho "Mãos e Poesias", foi publicado em 2007.
Contato: poetaprates@bol.com.br luizcprates@ibest.com.br
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Narciso Durães
O poeta Narciso Durães é natural de Salinas, cidade de onde se inspira para tecer suas poesias. Com uma vida dedica à poesia, escreveu “O Pássaro de Vidro” (1984), “Olhos de Itacambira” (1986), “Círculos de Silêncio e Alguns Ruídos” (1987), “Poesia Vertical” 1990), “Cheese-Road” (1995), “Gerifalte” (1997) e “Rios do Meu Tempo” (2005), Durães escreveu e encenou “Goodophredus”, em 1987, e participou da antologia “O achamento de Portugal”, organizado por Wilmar Silva.
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Tadeu Martins
Tadeu Martins nasceu em Itaobim, em 1953. Começou a rimar aos 10 anos, fazendo dos “causos” do Vale fonte de inspiração. As paródias tornaram-se sua marca registrada. O cordel está entranhado na alma de Tadeu, como uma herança aprendida nas feiras de Itaobim, através de cordelistas nordestino.
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Zé Miranda
Seu nome de batismo é José Carlos Miranda Murta, mais conhecido como Zé Miranda. É natural de Joaíma - MG (baixo Jequitinhonha) onde nasceu aos 10 dias do mês de dezembro de 1964. Sua paixão pela poesia surgiu a partir do contato que teve com a cultura do Vale do Jequitinhonha quando iniciou-se no movimento cultural participando do FEstivale na década de 1980. Sua poesia faz descreve os detalhes do cotidiano, eleva sua bandeira contra as injustiças e é um apaixonado pelas mulheres sempre presente em seus livros. Tem publicado "O Verso & e o Inverso" (2000) e "Casa de Versos" (2002).
Contato: zemirandamurta@yahoo.com.br
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